31.10.12

Have a Freeeaky Halloween!



MEUS AMIGOS LEITORES.

É DIA DE HALLOWEEN, VAMOS A CAÇADA AS BRUXAS, VOEMOS DE VASSOURA, BRINQUEMOS COM TROLLS. SEJAMOS CRIANÇAS.
É IMPORTANTE QUE NÃO APENAS TENHAMOS PRAZER EM NOS DIVERTIR, LEMBREM-SE NO BRASIL ESTE DIA NÃO É COMEMORADO COMO É NOS OUTROS LUGARES DO MUNDO MAS QUE ISSO NÃO IMPEÇA NOSSA ALEGRIA,VIREMOS BRUXOS E BRUXAS EM LOCAIS PÚBLICOS, VAMPIROS E GOULS SE LIBERTEM DURANTE A NOITE, SERES MÁGICOS, SEJAM FELIZES,
HOJE AS REGRAS SÃO OUTRAS. HOJE É HALLOWEEN!


J.RocHa

28.10.12

Terceira Parte - Uma Morte, Uma Briga, Um Amigo & Muitos Motivos


Na manha seguinte estavam Siegahart e Drake no quarto do garoto, Siegahart vestia uma camisa preta e shorts, Drake vestia calça jeans e uma camisete branca. O quarto de Drake era um lugar agradável, a cama de colcha cinza próxima à porta, ao seu lado a escrivaninha com o iMac próximo a dobra da parede, ao lado haviam vários lápis e cadernos desenhados pelo garoto. Acima do computador na parede contraria a porta havia uma estante cheia de livros, mas não era a única, o quarto era cheio destas, com potes, fotos, brinquedos antigos, e um despertador que não funcionava mais. Próximo à janela estava o pequeno guarda roupas de Drake, ao seu lado uma mesinha debaixo da janela, onde estava o Macbook Pro do garoto, dividindo espaço com cadernos de desenho e alguns copos e pratos que ele sempre deixava ali depois de comer algo quando desenhava.
Os garotos estavam separando os livros da escola e brincando com alguns potes de líquido estranhos e coloridos, que foram comprados para o novo ano escolar.
— Que será que a Dakota tem contra a gente se divertir? — Perguntou Siegahart.
— Nada ela só quer se divertir do jeito dela. Lendo livros na biblioteca municipal.
Os garotos caíram na risada depois do comentário de Drake. Siegahart balançou a cabeça negativamente, e se levantou para ir ao banheiro do quarto do amigo enquanto Drake colocava sobre a sua escrivaninha os livros que seu pai havia comprado no dia anterior.
— Vamos pro clube?
Perguntou Drake.
— Quando?
— Agora, me deu vontade de nadar.
— Não vejo motivo bom o suficiente.
— A gente ta solteiro, esse é um bom motivo para ir pro clube.
Siegahart saiu do banheiro fechando a braguilha de seu jeans, e respondeu ao amigo que ainda estava próximo a janela olhando o resto do bairro.
— Não é por que eu estou solteiro que eu quero uma garota que eu posso conhecer no clube.
— Vamos logo cara!
Drake abriu o seu guarda roupas e pegou uma mochila e sua sunga, enquanto o amigo ainda tentava entender o motivo da vontade de Drake.
— Esta esperando que eu pegue a sua sunga também?
Drake atirou uma sunga sobre Siegahart, que se protegeu rapidamente, enquanto Drake estava rindo da expressão do amigo.
Os garotos saíram do quarto de Drake rindo e conversando. Ao se aproximarem da escada, Drake percebeu que a sala da casa estava mais bagunçada do que o normal, deixou a mochila com o amigo e desceu correndo com medo de algo ruim.
E ao chegar à sala viu seu pai com a própria varinha enfiada por seu corpo, e muito sangue escorrendo pelo chão, mas ainda vivo.
— Pai!
Gritou Drake preocupado com o estado do pai.
— Drake, salve o mundo. Pegue meu relógio, Sombra vai querer ele, você tem que proteger o tempo a todo custo. Ninguém pode saber que você é o ‘Senhor do Tempo’.
—Aguenta mais um pouco, você não vai precisar deixar nada comigo!
Mas qualquer coisa foi em vão, o pai do garoto, usou suas ultimas forças para falar com o filho.
— Pegue meu relógio agora! Eu te amo.
Os olhos de Zatch se fecharam. Ele então se foi.
— Drake pega o relógio dele, você ouviu o que ele falou, a gente tem que falar com a Dakota, pra descobrirmos quem é Sombra.
Drake que chorava ao lado do corpo do pai, pegou o relógio e colocou em seu pulso enquanto Siegahart fora pegar a s varinhas de ambos, que estavam no quarto de Drake, ao descer para saírem teve que pegar o amigo quase que a força, e balançou a varinha, foram para a biblioteca sumindo da sala da casa de Drake.


Ao chegarem à biblioteca Drake, que ainda chorava, reconheceu apenas à amiga, que ao ver o estado do garoto, que sempre fora tão sorridente e agora chorava pela primeira vez na frente dos amigos, saiu em disparada para ajudá-lo.
— Que aconteceu?
— Mataram meu pai! Mataram ele!
A expressão de Dakota não podia ser outra a não ser de susto.
— Vem comigo.


Após alguns minutos numa salinha da biblioteca na qual apenas Dakota e algumas pessoas que trabalhavam na biblioteca podiam entrar, Drake sentia-se melhor quando abraçado pela amiga, que ainda tentava entender o que aconteceu na casa do garoto.
— Siegahart me explica de novo, com calma.
— Nos estávamos saindo para irmos ao clube para nadarmos um pouco, e quando chegamos próximos à escada ele viu o pai dele... Morto.
Drake ao ouvir aquelas palavras voltou a chorar.
— O pai dele falou alguma coisa?
— Falou sobre um tal de Sombra. — Interrompeu Drake em meio a soluços — E aposto que esse Sombra que matou ele.
— Isso é impossível. — Disse uma mulher de idade que usava roupas vermelhas e óculos meia lua, que era responsável pelos empréstimos de livros, que acabara de entrar para pegar um copo de água.
— Por quê?
Perguntou Drake.
— Sombra foi morto há duas décadas, por um garoto.
— Quem era esse garoto?
— Zatch Oliveira Bell.
Os rostos dos três ao ouvirem o nome do pai de Drake se tornaram assustados com tal noticia.
— A senhora tem certeza? – perguntou Dakota.
Drake enxugou as lagrimas dos olhos, se levantou com calma e curiosidade.
— O que a senhora sabe sobre Sombra?
— Pouco, ele foi um bruxo poderoso aqui em Phlywood, nasceu aqui em Acordia, e chegou a destruir grande parte da ilha quando ganhou poder, mas bem pouco tempo depois Zatch o matou.
— Drake, — Dakota se levantou do pequeno sofá que ficava ao lado da mesa de alimentação dos funcionários. — você não sabia disso?
A senhora se assustou ao saber que o garoto que estava chorando era filho de Zatch, mas tentou não se mostrar surpresa. Ela conhecia Zatch, e Drake era bem parecido com o pai.
— Não, nem fazia ideia, meu pai foi sempre tão discreto quanto ao passado dele, e nunca me falou sobre Sombra.
— Não é de se estranhar que Zatch fosse assim, quando o filho dele nasceu, quer dizer, você nasceu sua mãe morreu por uma infecção pós-parto.
Drake não entendia por qual motivo o pai não havia falado sobre tais coisas com ele, e porque todo o passado do pai era tão obscuro e não sabia nada quanto a Sombra.
— Vamos embora.
Drake virou-se para os amigos, que se levantaram e agradeceram a mulher e pediram desculpas pela falta de educação do amigo, quando alcançaram o amigo ele já estava quase há um quarteirão e meio de distancia, por isso tiveram de correr.
— Drake, escuta seu pai talvez não te falasse de nada par não te deixar assustado.
— Dezesseis anos, cara eu tenho dezesseis anos. Você me conhece, e ainda acha que eu ficaria assustado se ele me falasse a verdade só uma vez?
— Mas ele falou, e você sabe.
Quando Siegahart falou aquilo Drake se virou para ele e deu um soco no rosto do amigo.
— Você nem conhecia ele pra falar isso!
— Drake, calma!
— Da licença Dakota.
— Olha, eu sei que seu pai era um homem bom, e não merece sua raiva por umas palavras que ele não falou!
Drake avançou em cima de Siegahart e lhe deu outro soco na face, mas desta vez Siegahart revidou, e os garotos começaram a brigar no meio da calçada rolando no chão, enquanto Dakota tentava separá-los.
—Parem, agora! — Os garotos se separaram quando a garota deu um chute em cada e ouviram Dakota cada um de um lado da calçada separados pela garota — Vocês vão precisar respeitar um ao outro, Drake você não pode descontar no seu melhor amigo! E Siegahart, você tem que entender que o Drake esta muito abalado com tudo! Agora peçam desculpas, e se limpem.
Os garotos apertaram as mãos, como Dakota havia mandado e se limparam em seguida. Os três se dirigiram a uma praça no centro da cidade, próxima aos correios e aos bancos, e se sentaram ainda tentando decidir o que fariam. A praça era grande, no seu centro havia uma fonte, com algumas palmeiras ao seu redor. A ilha era uma exceção total ao clima comum da região onde ficava, pois apenas lá era possível cultivar como em lugares de clima tropical, os dias normalmente eram gelados, como no outono, mas ensolarados como na primavera, o que permitia que palmeiras crescessem ali, o chão era todo de ladrilhos de pedra preta e branca, havia um belo coreto situado a leste da fonte, e muitas pessoas circulavam por ali naquele dia.
— Que nos vamos fazer agora, nos não podemos voltar pra minha casa, e eu ainda sou menor de idade.
— A gente resolve de algum jeito.
Os três fizeram silencio por alguns segundo.
— Posso te fazer um pergunta Drake?
— Fala.
— O que seu pai falou antes de morrer?
A pergunta de Dakota fez com que o garoto se lembrasse do momento em que encontrou o pai morto chão.
— Me mandou pegar seu relógio, tomasse cuidado, e que ninguém deveria saber que eu sou o ‘Senhor do Tempo’, mas eu não entendi nada.
— Pra falar a verdade nem eu entendi nada do que o seu pai disse.
As palavras de Siegahart ecoaram na mente de Drake, que observava quatro crianças brincarem com gravetos como se fossem varinhas, em um duelo, Drake se lembrou do dia em que entrou na escola de magia pela primeira vez, e sentiu-se parte de algo importante.
— Foi seu pai Drake que preparou tudo para que você pudesse ser um garoto normal, e também pudesse derrotar Sombra quando necessário, você só não percebeu isso.
— Eu sei Dakota, mas ele pelo menos podia me contar um pouco mais sobre o passado dele.
Quando Drake terminou de falar foi como num impulso, o céu mudou de cor, uma chuva fina caia, fazendo com que mães e crianças corressem para se proteger, o vento começou a chacoalhar as arvores ao redor, assim que a água tocou o rosto de Drake, o garoto se sentiu bem novamente.
— Vamos. Eu tenho que pegar umas coisas em casa. E eu também tenho que ligar pra funerária resolver o velório do meu pai.

4.10.12

Novos Recursos & Novidades em Breve.

Olá amigos!

O site foi reformulado, e como vocês podem ver agora contém paginas de DOWNLOAD, em breve a página do PHOTO ALBUM será reestruturada, e aos poucos detalhes estarão sendo corrigidos. A experiência de uso será mais agradável, e para quem tem celulares e tablets ANDROID em breve assim como iPhones, iPods Touch & iPads receberão aplicativos GRATUITOS do UMAAVENTURAMAGICA.BLOGSPOT.COM que vão carregar conteúdo exclusivo e gratuito da historia de Drake e seus amigos...

Agradeço a todos os leitores e tenham um bom dia.

J.RocHa
Escritor de UMA Aventura Mágica.

2.10.12

Segunda Parte - A Rua das Lojas


Uma coruja cinza, grande, que planava sobre a torre da igreja no centro da cidade, fixou os olhos num garoto alto de cabelos castanhos e moletom vermelho, que passava de um lado a outro da pequena praça da igreja, da qual se ouvia o sino tocar no alto da torre em que a coruja havia pousado. Acabara de dar meio dia, os portões do colégio que fica ao lado da igreja se abriram e muitos adolescentes saíram correndo, mas o garoto de moletom vermelho nem se abalou com as pessoas, e se dirigia até duas árvores que ficavam próximas à esquina da praça, sem olhar para os lados, seguido pela coruja atravessou o pequeno espaço e desapareceu.
A praça mudara em frente aos olhos do garoto, mas também as ruas e o próprio garoto, que agora vestia um, sobretudo vermelho surrado pelo tempo, e a coruja continuou a voar em direção a algum lugar próximo, o garoto entrou em uma loja e a coruja continuou a planar.
Na loja em que o garoto entrou a vitrine parecia um circo com tantas criaturinhas coloridas, que pulavam para todos os lados dentro da gaiola gigante, a loja era cheia de gente de todos os tipos e idades, que se divertiam num espaço tão pequeno, quanto uma cozinha.
Próximos a uma estante estavam uma garota e dois garotos, um loiro, alto com olhos castanhos e uma roupa muito comum, jeans escuro e camisa preta, que pegava um embrulho pequeno de cor amarela, com um rotulo em vermelho. A garota de altura mediana, cabelos volumosos encaracolados castanhos vestia uma camisa simples rosa com alguns detalhes em prateado e calça justa a suas pernas, que segurava a mão do amigo de cabelos loiros.
— Drake você tem de comprar seus livros ainda.
— Dakota, me deixa!
— Deixa ele Dakota. Se não eu também compro alguma coisa.
O garoto se aproximou da prateleira e pegou outro tipo de embrulho ameaçando a amiga.
— Vai pagar Drake.
O rosto da garota ficou vermelho de raiva, e os garotos riam da vitória contra Dakota.
Quando voltaram encontraram a garota na porta esperando pelos dois, ainda de cara amarrada e muito brava com eles.
— Vocês não precisam me procurar depois, eu não vou ajudar vocês a comprarem seus livros.
—Para sua informação Dakota, meu pai esta comprando meus livros e do Siegahart.
— Inacreditável como vocês são preguiçosos!
—Preguiçosos não, nos aproveitamos à situação para nos darmos bem.
Drake apontou par um homem bem vestido com um terno uma pasta e livros sobre a mesma, que estava sobre os braços do homem. Drake e seus amigos correram ate o homem e assim que chegaram
próximos a ele, desapareceram em meio à multidão, mas sem saírem do lugar, com numa explosão de luz rápida que para os presentes não era nada de mais.
Os quatro apareceram em frente a uma casa com um portão grande e suntuoso de cor branca, e muros verdes, o sobrado era uma casa comum para o bairro em que Drake vivia na cidade de Acordia. Um bairro de classe alta, em que quase todas as casas eram sobradas, com janelas imensas de vidro, e portas grandes e trabalhadas pelo artesão da cidade, uma a uma, com um amor, que se via traduzido nas portas de madeira envernizada, em meio a jardins simples e pequenos, alguns com flores comuns, outros, apenas com alguns arbustos pequenos e alguns Elfos de jardim bem pequenos, que andavam por suas casinhas em miniatura, localizadas nos jardins, em lugares bem a mostra, o que mostrava que as pessoas aceitavam tal infestação, pois os pequenos moradores cuidavam das plantas que estavam ao seu redor. Dakota e Siegahart se viraram para o homem, que era Zatch, agora mais velho, o garoto que havia destruído Sombra, em uma batalha importante, mas discreta, pegaram seus livros com ele, agradeceram.
— Que você vai fazer amanhã cara?
— Sei lá, mas passa ai, vou ficar o dia todo de bobeira, você vem Dakota?
— Não posso, já marquei um compromisso.
Enquanto os jovens decidiam o que fariam no dia seguinte, Zatch, ainda com o mesmo olhar curioso de quando tinha dezesseis anos, abriu o portão da casa verde e entrou em direção à sala.
— Já vou indo, até amanhã e boa noite pra vocês.
A garota virou-se de costa e foi em direção a sua casa no outro lado da rua, cantarolando algo indecifrável.
Dakota entrou na sua casa e os garotos se despediram com um simples tchau. Drake se virou para sua casa, entrou pelo portão que se fechou assim que o garoto passou. Foi em direção à porta da casa, entrou e encontrou a sala como sempre estava com seus sofás amarelos e verdes, sua mesa de centro cheia de livros com o jogo de xadrez dividindo o espaço com livros amontoados, as paredes eram rosa claro, e a janela com suas cortinas brancas leves. Da sala via-se a cozinha e o balcão do bar cheio de copos limpos sobre uma bandeja prateada, com algumas garrafas ao lado, a cozinha simples com um aquário grande sobre a bancada, e a sala de jantar com sua mesa de vidro e as cadeiras brancas, com alguns quadros na parede. O garoto foi em direção à cozinha e abriu a geladeira para comer alguns pedaços de chocolate, que estavam num pequeno pote de vidro, virou-se novamente para a sala, e subiu pela escada em direção a seu quarto, onde seu pai havia deixado seus livros de escola, sentou-se e começou a folheá-los.